Menino Ney e a busca pelo Hexa
Amanhã, 13/06/2026, às 19h (horário de Brasília), no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos, acontece a estreia do Brasil na Copa do Mundo contra a poderosa seleção de Marrocos, em mais uma tentativa de acabar com a eterna busca pelo Hexa. E finalmente vamos descobrir se toda a choradeira de parte da imprensa e dos torcedores para levar o ex-jogador em atividade Neymar para mais um Mundial realmente valia a pena. Porque, convenhamos: quando era mais novo, o menino Ney não fez exatamente a diferença que se esperava nas Copas que disputou. Agora, mais velho, quebrado (não financeiramente, claro) e mais interessado em campanhas publicitárias do que em futebol, é difícil acreditar que vá resolver alguma coisa desta vez. Ainda assim, houve uma verdadeira mobilização para que o técnico Carlos Ancelotti convocasse o garoto. E, claro, ele foi chamado. Eu nunca tive dúvidas de que seria. Publicidade sempre faz bem para a CBF.

A seleção chega ao Mundial com um jogador a menos em campo, mas com um garoto-propaganda de primeira linha no elenco. E, por incrível que pareça, eu sempre fui favorável à convocação do moleque Ney para esta Copa. Não porque acredito que ele vá decidir jogos, mas porque seria simplesmente insuportável ver o Brasil fracassar mais uma vez e depois ter de ouvir a eterna ladainha de que tudo deu errado porque Neymar não foi convocado. Mesmo sabendo que isso provavelmente não seria verdade. Melhor levá-lo. Assim não sobra desculpa para ninguém. Enfim, apesar de toda essa palhaçada, vou torcer pela Seleção. Se ganhar, será apesar do Neymar. Se perder, a culpa será do Neymar.
O decepcionamte Ultraman Leo

Recentemente terminei de assistir Ultraman Leo e devo dizer que a série me decepcionou bastante em sua reta final. Ela começou de forma excelente, com dois primeiros episódios muito bem dirigidos e visualmente impressionantes, mas infelizmente foi perdendo força ao longo da exibição.
Ultraman Leo pode ser dividida em três fases distintas. A primeira é claramente influenciada pela febre dos filmes de kung fu da época. Nela, vemos Leo sendo constantemente treinado por Ultraseven para superar seus limites e enfrentar o monstro da semana. Apesar da repetição da fórmula, essa fase possui momentos memoráveis. A segunda fase adota uma abordagem mais tradicional da franquia, dando maior destaque à MAC, a patrulha científica da vez. Embora menos original, ainda mantém um bom equilíbrio entre ação, drama e os elementos clássicos de Ultraman.

O problema surge na terceira e última fase, que compromete grande parte do que havia sido construído. Ultraseven desaparece da trama, a MAC é eliminada, e praticamente todos os amigos e aliados de Gen Ootori, o alter ego de Leo, são descartados. Em seu lugar, Gen e o garoto Tooru passam a viver com a família de uma enfermeira, enquanto a ameaça passa a girar em torno do Comandante Black e seus discos vivos.
O resultado é uma sequência de episódios excessivamente repetitivos, com poucas ideias novas. Para piorar, o tal Comandante Black é derrotado após ser espancado por um grupo de crianças e termina derretendo de forma quase cômica, lembrando a Bruxa Má de O Mágico de Oz. Nem Machine Man. Entre os Ultras clássicos, minha preferência continua sendo Ultraman Taro, o mais injustiçado pelos fãs da franquia. Agora, vou conferir Ultraman Ace.
Lanterna Verde e o choro do nerdola

Dois trailers de Lanternas saíram e a nerdolândia já entrou em estado de calamidade pública. TRAILERS. E toda a choradeira porque o uniforme do herói não está idêntico ao dos gibis… A coisa chegou ao ponto de tentarem reabilitar aquele filme horroroso do Ryan Reynolds — um filme que o próprio passa a vida zoando. É impressionante como nerdão consegue passar vergonha.

Não costumo acompanhar séries de super-heróis, mas vou dar uma chance por causa do envolvimento de Damon Lindelof. Afinal, ele já fez essa cambada chorar antes com a série de Watchmen. O sujeito também fez Lost e Leftovers; por causa disso, já ganhou um crédito vitalício comigo para qualquer bagaça que produzir.
Aguardemos.


Cinema, música, tokusatsu e assuntos aleatórios, não necessariamente nessa ordem




